sábado, 21 de novembro de 2009
Grey's Anatomy "6x10: Holidaze"
Contém alguns Spoilers
Ufa! O episódio anterior foi apenas um lapso mesmo e em Holidaze a série volta a boa forma que vinha mantendo nessa temporada.
O episódio antecipa o Natal e o Ano Novo. Tradicionalmente, quase todas as séries fazem episódios especiais dessas datas.
A relação entre Cristina e Owen continua rendendo ótimos momentos, ainda mais agora com a inclusão da cirurgiã Teddy na equação.
A relação paterna do Chief com Meredith também ganha contornos melhores nesse episódio e o que ficou sugerido no episódio anterior de maneira capenga, aqui é muito melhor desenvolvido.
Uma das melhores coisas do episódio foi Mark Sloan descobrir que é pai de uma jovem de 18 anos. E se isso já não fosse o bastante, que ela está grávida! Lexie está namorando um avô.
A trilha sonora de Grey's Anatomy é sempre muito boa, mas nesse episódio se destacou em especial. Isso porque foi composta por tradicionais músicas de Natal em belíssimas versões.
Falta mais de um mês para o Natal, mas esse episódio despertou de vez o sentimento natalino.
Ufa! O episódio anterior foi apenas um lapso mesmo e em Holidaze a série volta a boa forma que vinha mantendo nessa temporada.O episódio antecipa o Natal e o Ano Novo. Tradicionalmente, quase todas as séries fazem episódios especiais dessas datas.
A relação entre Cristina e Owen continua rendendo ótimos momentos, ainda mais agora com a inclusão da cirurgiã Teddy na equação.
A relação paterna do Chief com Meredith também ganha contornos melhores nesse episódio e o que ficou sugerido no episódio anterior de maneira capenga, aqui é muito melhor desenvolvido.
Uma das melhores coisas do episódio foi Mark Sloan descobrir que é pai de uma jovem de 18 anos. E se isso já não fosse o bastante, que ela está grávida! Lexie está namorando um avô.
A trilha sonora de Grey's Anatomy é sempre muito boa, mas nesse episódio se destacou em especial. Isso porque foi composta por tradicionais músicas de Natal em belíssimas versões.
Falta mais de um mês para o Natal, mas esse episódio despertou de vez o sentimento natalino.
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30 Rock "3x06: Sun Tea"
Contém alguns Spoilers
A quantidade de referências e piadas rápidas de 30 Rock é impressionante. Em Sun Tea eu pausei e voltei várias cenas, pois sabia que havia perdido alguma coisa.
Como várias outras séries, nessa semana eles também abordaram a Semana Verde. Mas não foi o tema principal do episódio.
Liz briga para conseguir um apartamento em seu prédio, enquanto Jack pretende não ter filhos e fazer uma vasectomia.
Nenhum dos arcos desse episódio foi particularmente engraçado, mas o conjunto das piadas curtas que eu citei foi e trouxe risadas a todo momento.
Fechando com uma ótima participação de Al Gore em uma hilária piada interna da série.
A quantidade de referências e piadas rápidas de 30 Rock é impressionante. Em Sun Tea eu pausei e voltei várias cenas, pois sabia que havia perdido alguma coisa.Como várias outras séries, nessa semana eles também abordaram a Semana Verde. Mas não foi o tema principal do episódio.
Liz briga para conseguir um apartamento em seu prédio, enquanto Jack pretende não ter filhos e fazer uma vasectomia.
Nenhum dos arcos desse episódio foi particularmente engraçado, mas o conjunto das piadas curtas que eu citei foi e trouxe risadas a todo momento.
Fechando com uma ótima participação de Al Gore em uma hilária piada interna da série.
The Office "6x10: Shareholder Meeting"
Contém alguns Spoilers
Shareholder Meeting foi mais um hilário episódio!
A seqüência pré-créditos, como eu já disse aqui, cada vez inventa uma coisa mais louca e engraçada. No caso, um personagem que Dwight desenvolve durante anos para a Semana Verde (semana em que as empresas nos Estados Unidos trabalham a conscientização sobre a preservação do meio ambiente). Como essa seqüência de abertura do programa tornou-se algo totalmente independente do resto do episódio, os roteiristas conseguem sempre nos surpreender com situações cada vez mais absurdas.
Já sobre a história do episódio mesmo, acompanhamos a reunião dos acionistas da Dunder Mifflin sobre a crise financeira pela qual ela passa. Sempre que há grandes platéias num episódio de The Office, podemos esperar grandes risadas. Porque inevitavelmente algum personagem irá se dirigir a todos numa situação impagável. E via de regra, esses personagens costumam ser Michael e Dwight. Ver Michael finalmente agradando uma grande platéia foi ótimo!
Enquanto isso, em Scranton, Jim e Ryan estão com problemas, já que o último não respeita a autoridade do novo co-gerente. E a solução que Jim dá ao caso é ótima. Assim como continua sendo a mudança de visual de Ryan em todos os episódios dessa temporada e as curtas e hilárias cenas com Creed.
The Office me faz chorar de rir.
Shareholder Meeting foi mais um hilário episódio!A seqüência pré-créditos, como eu já disse aqui, cada vez inventa uma coisa mais louca e engraçada. No caso, um personagem que Dwight desenvolve durante anos para a Semana Verde (semana em que as empresas nos Estados Unidos trabalham a conscientização sobre a preservação do meio ambiente). Como essa seqüência de abertura do programa tornou-se algo totalmente independente do resto do episódio, os roteiristas conseguem sempre nos surpreender com situações cada vez mais absurdas.
Já sobre a história do episódio mesmo, acompanhamos a reunião dos acionistas da Dunder Mifflin sobre a crise financeira pela qual ela passa. Sempre que há grandes platéias num episódio de The Office, podemos esperar grandes risadas. Porque inevitavelmente algum personagem irá se dirigir a todos numa situação impagável. E via de regra, esses personagens costumam ser Michael e Dwight. Ver Michael finalmente agradando uma grande platéia foi ótimo!
Enquanto isso, em Scranton, Jim e Ryan estão com problemas, já que o último não respeita a autoridade do novo co-gerente. E a solução que Jim dá ao caso é ótima. Assim como continua sendo a mudança de visual de Ryan em todos os episódios dessa temporada e as curtas e hilárias cenas com Creed.
The Office me faz chorar de rir.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
DVDs da Pixar em 3-D-Pop-Up-Box
Os alemães costumam lançar belas edições de filmes em DVD e agora em BD.
Essas aqui são ótimos exemplos também de originalidade!
Todos os filmes da Pixar, em edições duplas e com embalagens Pop Up 3D. O efeito você pode conferir nas imagens abaixo.
Essas edições não têm nem legendas nem áudio em português, mas contam com o áudio original e também legendas em inglês.
Podem ser adquiridas na Amazon Alemã, por preços que variam entre 12 e 25 euros. Para os colecionadores, uma boa pedida.













Essas aqui são ótimos exemplos também de originalidade!
Todos os filmes da Pixar, em edições duplas e com embalagens Pop Up 3D. O efeito você pode conferir nas imagens abaixo.
Essas edições não têm nem legendas nem áudio em português, mas contam com o áudio original e também legendas em inglês.
Podem ser adquiridas na Amazon Alemã, por preços que variam entre 12 e 25 euros. Para os colecionadores, uma boa pedida.













quinta-feira, 19 de novembro de 2009
V "1x03: A Bright New Day"
Contém alguns Spoilers
A Bright New Day foi um bom episódio, ao contrário do que algumas análises indicaram. Isso na minha opinião, claro.
A série vem mostrando um bom nível técnico, o que pra mim é fundamental se um programa quiser sobreviver na televisão, já que os adversários são muito fortes. No começo do episódio, por exemplo, há um jogo de câmera muito bonito.
Saímos do local onde a nave dos Visitantes está para um local escuro, onde uma imagem pouco definida de uma pessoa fala. A imagem parece ser digital. Apenas parece, pois conforme o foco vai sendo feito vemos que estamos no confessionário do padre Jack Landry. Sutilezas de lingüagem desse tipo são sempre muito bem-vindas e demonstram esmero da produção.
A maioria dos países começa a conceder vistos para os Visitantes, assim como os Estados Unidos o faz nesse episódio. Os primeiros quinze minutos do episódio, aliás, mostram o quão boa poderia ser uma série que falasse das conseqüências de um contato com uma civilização alienígena, sem a trama de invasão e guerra que temos sendo desenvolvida aqui. Mas como já disse na resenha do episódio piloto, V não é essa série.
Ainda sim, vem se construindo como uma boa série. Quando o Visitante ferido, Dale Maddox, está tentando relembrar o que aconteceu com ele e quem foi que o feriu, isso renderia uma interminável lenga-lenga em muitas séries que conheço... Felizmente, aqui ele rapidamente recupera sua memória. E para minha grata surpresa, descobrimos que os Visitantes que são contra a hostilidade de sua líder são muitos mais do que aparentam.
Uma coisa que não me agradou foi a conversa não mostrada entre a líder dos V, Anna, e a viúva de um piloto que morreu no dia em que as naves chegaram à Terra. Não mostrar a conversa foi claramente um artifício dos roteiristas, que pelo visto não conseguiram escrever nada suficientemente convincente para que acreditássemos que Anna realmente fez a viúva mudar de opinião quanto aos Visitantes.
Outra curiosidade é sobre o padre Jack. Nos Estados Unidos as igrejas têm carro próprio? E os padres têm cartão? É assim por aqui também? Se for, estou por fora. Mas que é engraçado, é.
Finalizando, a Visitante Lisa (Laura Vandervoort) só de roupas íntimas foi um belo fan service...
A Bright New Day foi um bom episódio, ao contrário do que algumas análises indicaram. Isso na minha opinião, claro.A série vem mostrando um bom nível técnico, o que pra mim é fundamental se um programa quiser sobreviver na televisão, já que os adversários são muito fortes. No começo do episódio, por exemplo, há um jogo de câmera muito bonito.
Saímos do local onde a nave dos Visitantes está para um local escuro, onde uma imagem pouco definida de uma pessoa fala. A imagem parece ser digital. Apenas parece, pois conforme o foco vai sendo feito vemos que estamos no confessionário do padre Jack Landry. Sutilezas de lingüagem desse tipo são sempre muito bem-vindas e demonstram esmero da produção.
A maioria dos países começa a conceder vistos para os Visitantes, assim como os Estados Unidos o faz nesse episódio. Os primeiros quinze minutos do episódio, aliás, mostram o quão boa poderia ser uma série que falasse das conseqüências de um contato com uma civilização alienígena, sem a trama de invasão e guerra que temos sendo desenvolvida aqui. Mas como já disse na resenha do episódio piloto, V não é essa série.
Ainda sim, vem se construindo como uma boa série. Quando o Visitante ferido, Dale Maddox, está tentando relembrar o que aconteceu com ele e quem foi que o feriu, isso renderia uma interminável lenga-lenga em muitas séries que conheço... Felizmente, aqui ele rapidamente recupera sua memória. E para minha grata surpresa, descobrimos que os Visitantes que são contra a hostilidade de sua líder são muitos mais do que aparentam.
Uma coisa que não me agradou foi a conversa não mostrada entre a líder dos V, Anna, e a viúva de um piloto que morreu no dia em que as naves chegaram à Terra. Não mostrar a conversa foi claramente um artifício dos roteiristas, que pelo visto não conseguiram escrever nada suficientemente convincente para que acreditássemos que Anna realmente fez a viúva mudar de opinião quanto aos Visitantes.
Outra curiosidade é sobre o padre Jack. Nos Estados Unidos as igrejas têm carro próprio? E os padres têm cartão? É assim por aqui também? Se for, estou por fora. Mas que é engraçado, é.
Finalizando, a Visitante Lisa (Laura Vandervoort) só de roupas íntimas foi um belo fan service...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Imagens do Box Harry Potter - Castelo de Hogwarts
Esse é o maravilhoso box francês de Harry Potter, que contém os 6 filmes lançados até agora, em Blu-ray. O peso? Seis quilos! Mede 50x40x40 cm e de altura são cerca de 40cm.
O box também vem com espaço para mais dois discos, que serão de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I e Parte II.
Interessados, o box está a venda na Amazon francesa por EUR 182, o que no câmbio de hoje dá R$467! Ouch! Não é pra qualquer um.
Mas se você é colecionador e grana não é problema, saiba que a edição é limitada.







O box também vem com espaço para mais dois discos, que serão de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I e Parte II.
Interessados, o box está a venda na Amazon francesa por EUR 182, o que no câmbio de hoje dá R$467! Ouch! Não é pra qualquer um.
Mas se você é colecionador e grana não é problema, saiba que a edição é limitada.







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Kevin Smith Collection (Edição Coreana)
Belíssimo box!
Contém os filmes O Balconista, Barrados no Shopping, Procura-se Amy, Dogma e O Império (do Besteirol) Contra-Ataca, além de dois discos de extras.










Contém os filmes O Balconista, Barrados no Shopping, Procura-se Amy, Dogma e O Império (do Besteirol) Contra-Ataca, além de dois discos de extras.










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Crepúsculo

Acabei de assistir o filme. Algumas dúvidas surgiram na minha cabeça.
Em primeiro lugar, por que tantas garotas ficam loucas com essa história de amor? Sério, há milhares de histórias de amor no cinema muito, mas muito melhores do que essa. Na literatura então, dezenas de milhares.
Em segundo lugar, se o fetiche é com vampiros, tanto no cinema quanto na literatura há muitas obras infinitamente superiores sobre essas criaturas. Aliás, tudo que os vampiros têm de mais bacana os vampiros desse filme não possuem!
O roteiro tem muitos (e graves) problemas, assim como a direção. Não vou nem entrar em detalhes, porque esse post não é crítica nem resenha, apenas comentário.
Só sei que essa onda de vampiros emo é muito chata, porque acaba banalizando uma figura fantástica da literatura. Digo, se alguém tem realmente uma boa história pra contar sobre vampiros, certamente não o fará por um bom tempo.
As jovens adolescentes já curtiram coisa melhor. Que o digam os Beatles. Ou mesmo Titanic.
P.S.: Brilho de diamentes? Sério? `´
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
How I Met Your Mother "5x08: The Playbook"
Contém alguns Spoilers
The Playbook foi mais um episódio hilário de How I Met Your Mother, contando com as táticas de conquista de Barney para nos divertir.
Enquanto Robin foca suas energias no trabalho após o término do namoro, Barney decide focar suas energias em "conquistar todas a mulheres de Nova York". E para isso ele passa a usar um livro de cantadas que escreveu durante seus anos de "pesquisa", aplicando cada uma delas em busca do sucesso.
Várias delas são explicadas em detalhes por Barney e são as partes mais engraçadas do episódio. A minha favorita foi a "Lorenzo Von Matterhorn"! Ok, eu sou homem, assisto muitas séries e filmes e não sou nenhum Barney em termos de conquistas amorosas, mas por mais loucas que pareçam, essas cantadas parecem muito boas mesmo! Quem sabe não tento algumas...
Destaco também a participação com pequenos e hilários comentários de Marshall durante todo o episódio.
O único lado triste, pra mim, foi que Robin conhece um homem no episódio que parece que será alguém com quem ela terá um envolvimento romântico. Isso porque eu continuava torcendo para que ela no fim ficasse com Barney. Bom, ainda há esperanças.
O episódio teve participação de Eva Amurri (Californication).
The Playbook foi mais um episódio hilário de How I Met Your Mother, contando com as táticas de conquista de Barney para nos divertir.Enquanto Robin foca suas energias no trabalho após o término do namoro, Barney decide focar suas energias em "conquistar todas a mulheres de Nova York". E para isso ele passa a usar um livro de cantadas que escreveu durante seus anos de "pesquisa", aplicando cada uma delas em busca do sucesso.
Várias delas são explicadas em detalhes por Barney e são as partes mais engraçadas do episódio. A minha favorita foi a "Lorenzo Von Matterhorn"! Ok, eu sou homem, assisto muitas séries e filmes e não sou nenhum Barney em termos de conquistas amorosas, mas por mais loucas que pareçam, essas cantadas parecem muito boas mesmo! Quem sabe não tento algumas...
Destaco também a participação com pequenos e hilários comentários de Marshall durante todo o episódio.
O único lado triste, pra mim, foi que Robin conhece um homem no episódio que parece que será alguém com quem ela terá um envolvimento romântico. Isso porque eu continuava torcendo para que ela no fim ficasse com Barney. Bom, ainda há esperanças.
O episódio teve participação de Eva Amurri (Californication).
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Gossip Girl "3x10: The Last Days of Disco Stick"
Contém alguns Spoilers
Esses últimos três episódios de Gossip Girl deram uma caída na série. Ao contrário do que muitos têm escrito sobre a série, acho que ela começou bem essa temporada sim e teve episódios muito bons, mas começaram a perder o rumo, como já aconteceu em temporadas passadas.
Coincidência ou não, isso ocorreu quando a trama começou a sair da vida na faculdade e as histórias principais passaram a não ser com Blair.
Um dos problemas tem sido o foco em personagens não interessantes ou personagens novos que são igualmente desinteressantes. Serena vem aos trancos e barrancos há tempos, como já apontei aqui algumas vezes. Esse seu envolvimento com o primo de Nate não convence ninguém. Assim como a aparente nova paixão que se acende de Nate por ela. Sério? De novo?
Jenny já teve histórias que foram divertidas, mas essa insistência dela em sempre fazer a escolha errada começa a irritar. Personagens assim tornam-se difíceis de criar-se uma ligação.
Blair divertiu no pouco que apareceu. Ela esteve na verdade na trama entre Dan, Olivia e Vanessa, que como previsto, abalaram suas relações após o ménage. Até aí tudo bem. O que não gostei foi o desfecho que a história teve. Reacender essa história entre os dois não me agradou nada. Eu até entendo que no contexto geral da série, se formos analisar, talvez Vanessa seja de fato a garota pro Dan. Mas não nesse momento e nem da maneira que ocorreu. Bom, na verdade nem ocorreu, porque parece que quem vai ter que correr atrás dessa vez será ele.
A temporada começou muito bem, com muito humor, focando acertadamente em Blair e na vida dos personagens que entraram na faculdade. Se Gossip Girl quer escapar do cancelamento, tem que voltar a esse caminho. Ficar tratando os adolescentes como mini-adultos com tramas mini-adultas não está dando muito certo.
E humor! Por favor, humor! Sempre foi um ponto forte da série, ser leve, brincalhona. Tramas como as de Serena, Nate e Jenny desanimam demais.
Esses últimos três episódios de Gossip Girl deram uma caída na série. Ao contrário do que muitos têm escrito sobre a série, acho que ela começou bem essa temporada sim e teve episódios muito bons, mas começaram a perder o rumo, como já aconteceu em temporadas passadas.Coincidência ou não, isso ocorreu quando a trama começou a sair da vida na faculdade e as histórias principais passaram a não ser com Blair.
Um dos problemas tem sido o foco em personagens não interessantes ou personagens novos que são igualmente desinteressantes. Serena vem aos trancos e barrancos há tempos, como já apontei aqui algumas vezes. Esse seu envolvimento com o primo de Nate não convence ninguém. Assim como a aparente nova paixão que se acende de Nate por ela. Sério? De novo?
Jenny já teve histórias que foram divertidas, mas essa insistência dela em sempre fazer a escolha errada começa a irritar. Personagens assim tornam-se difíceis de criar-se uma ligação.
Blair divertiu no pouco que apareceu. Ela esteve na verdade na trama entre Dan, Olivia e Vanessa, que como previsto, abalaram suas relações após o ménage. Até aí tudo bem. O que não gostei foi o desfecho que a história teve. Reacender essa história entre os dois não me agradou nada. Eu até entendo que no contexto geral da série, se formos analisar, talvez Vanessa seja de fato a garota pro Dan. Mas não nesse momento e nem da maneira que ocorreu. Bom, na verdade nem ocorreu, porque parece que quem vai ter que correr atrás dessa vez será ele.
A temporada começou muito bem, com muito humor, focando acertadamente em Blair e na vida dos personagens que entraram na faculdade. Se Gossip Girl quer escapar do cancelamento, tem que voltar a esse caminho. Ficar tratando os adolescentes como mini-adultos com tramas mini-adultas não está dando muito certo.
E humor! Por favor, humor! Sempre foi um ponto forte da série, ser leve, brincalhona. Tramas como as de Serena, Nate e Jenny desanimam demais.
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Final Fantasy VII - Box de Colecionador
Encontrei esse mega box do filme Final Fantasy VII: Advent Children no site AnimeHa. E não o encontrei à venda em nenhum outro lugar.
O box com o filme, dois livros e os cards que vocês verão nas fotos abaixo ainda pode ser encontrado, mas esse box com um monte de itens extras parece realmente ser algo raro. A edição foi lançada apenas no Japão e na França, pelo que consegui descobrir e é numerado. Pra colecionador nenhum botar defeito.
Conteúdo:
- Jogo original Final Fantasy VII para o PlayStation 1, em japonês
- Um guia em CD para o jgo
- DVD Duplo do filme Final Fantasy VII
- Uma figura de Cloud e sua moto Fenril
- Cards com os personagens
- Uma camiseta
- Um boné
- Roteiro do filme
- Livro com histórico dos personagens
- OVA de Final Fantasy VII
- Copo









Se você ficou com vontade, o preço na loja AnimeHa é 500 euros...
O box com o filme, dois livros e os cards que vocês verão nas fotos abaixo ainda pode ser encontrado, mas esse box com um monte de itens extras parece realmente ser algo raro. A edição foi lançada apenas no Japão e na França, pelo que consegui descobrir e é numerado. Pra colecionador nenhum botar defeito.
Conteúdo:
- Jogo original Final Fantasy VII para o PlayStation 1, em japonês
- Um guia em CD para o jgo
- DVD Duplo do filme Final Fantasy VII
- Uma figura de Cloud e sua moto Fenril
- Cards com os personagens
- Uma camiseta
- Um boné
- Roteiro do filme
- Livro com histórico dos personagens
- OVA de Final Fantasy VII
- Copo









Se você ficou com vontade, o preço na loja AnimeHa é 500 euros...
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dexter "4x08: Road Kill"
Contém alguns Spoilers
Road Kill apresentou um nível de tensão que vem crescendo cada vez mais nessa temporada.
Arthur "Trinity Killer" Mitchell parece que vai começar um novo ciclo de mortes e com isso Dexter tem que arranjar uma desculpa para ir atrás dele e finalmente matá-lo. O fato dele ter matado um inocente o afeta bastante, ainda mais sabendo que um culpado que ele já poderia ter eliminado continua vivo.
Essa proximidade que Dexter mantém com Mitchell traz momentos muito tensos. Claramente instável, o Trinity Killer chega a dar uma pirada mesmo no episódio, provocada pelo próprio Dexter, mesmo que sem intenção. Mitchell que na verdade não planejava matar mais pessoas, para surpresa de Dexter. Ao mesmo tempo que para o adiamento de seus planos, mais uma vez.
Enquanto isso, o caso do Trinity Killer é aceito pela tenente Laguerta e Debra conclui que quem atirou nela e em Landy, matando esse último, não foi o assassino serial. E pelo que ela percebe com a ajuda de Masuka, também elimina a especulação que vinha circulando de que seu ex-namorado, Anton, poderia ser o atirador. O que levanta uma grande dúvida e um novo mistério na série. Afinal de contas, quem atirou neles?
Meu palpite? A repórter Christine Hill.
Esses últimos episódios da quarta temporada de Dexter serão incríveis.
Road Kill apresentou um nível de tensão que vem crescendo cada vez mais nessa temporada.Arthur "Trinity Killer" Mitchell parece que vai começar um novo ciclo de mortes e com isso Dexter tem que arranjar uma desculpa para ir atrás dele e finalmente matá-lo. O fato dele ter matado um inocente o afeta bastante, ainda mais sabendo que um culpado que ele já poderia ter eliminado continua vivo.
Essa proximidade que Dexter mantém com Mitchell traz momentos muito tensos. Claramente instável, o Trinity Killer chega a dar uma pirada mesmo no episódio, provocada pelo próprio Dexter, mesmo que sem intenção. Mitchell que na verdade não planejava matar mais pessoas, para surpresa de Dexter. Ao mesmo tempo que para o adiamento de seus planos, mais uma vez.
Enquanto isso, o caso do Trinity Killer é aceito pela tenente Laguerta e Debra conclui que quem atirou nela e em Landy, matando esse último, não foi o assassino serial. E pelo que ela percebe com a ajuda de Masuka, também elimina a especulação que vinha circulando de que seu ex-namorado, Anton, poderia ser o atirador. O que levanta uma grande dúvida e um novo mistério na série. Afinal de contas, quem atirou neles?
Meu palpite? A repórter Christine Hill.
Esses últimos episódios da quarta temporada de Dexter serão incríveis.
Californication "3x08: The Apartment"
Contém alguns Spoilers
The Apartment foi um ótimo episódio!
Passado inteiramente na casa de Hank, acompanhamos a série de visitas que ele recebe numa manhã e que não poderiam chegar em pior hora.
Todas as mulheres com quem Hank está tendo um caso vão surgindo e ele faz de tudo para que nenhuma encontre a outra. Fora eles, ainda aparecem duas strippers, Charlie, Rick Springfield, o reitor Dean Koons e sua filha Becca, pra completar de vez a enrascada geral em que ele se mete.
A série sempre faz rir, mas esse episódio foi especialmente engraçado.
Talvez tudo isso possa ajudar Hank a resolver o que ele não vinha conseguindo, que era terminar de vez com todas essas amantes pra poder se dedicar a Karen e a sua reconquista. Assim como sua filha Becca diz pra ele no episódio, é difícil ficar bravo ou dar uma bronca por tudo o que ele fez, já que são atitudes de alguém que obviamente não tem idéia da conseqüência de seus atos. Nesse ponto, Hank parece ainda ser uma criança.
Um episódio com todos os ingredientes que fazem de Californication uma ótima série.
The Apartment foi um ótimo episódio!Passado inteiramente na casa de Hank, acompanhamos a série de visitas que ele recebe numa manhã e que não poderiam chegar em pior hora.
Todas as mulheres com quem Hank está tendo um caso vão surgindo e ele faz de tudo para que nenhuma encontre a outra. Fora eles, ainda aparecem duas strippers, Charlie, Rick Springfield, o reitor Dean Koons e sua filha Becca, pra completar de vez a enrascada geral em que ele se mete.
A série sempre faz rir, mas esse episódio foi especialmente engraçado.
Talvez tudo isso possa ajudar Hank a resolver o que ele não vinha conseguindo, que era terminar de vez com todas essas amantes pra poder se dedicar a Karen e a sua reconquista. Assim como sua filha Becca diz pra ele no episódio, é difícil ficar bravo ou dar uma bronca por tudo o que ele fez, já que são atitudes de alguém que obviamente não tem idéia da conseqüência de seus atos. Nesse ponto, Hank parece ainda ser uma criança.
Um episódio com todos os ingredientes que fazem de Californication uma ótima série.
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Grey's Anatomy "6x09: New History"
Contém alguns Spoilers
É impressionante perceber o quanto Izzie e Meredith fazem mal a série. Pois foi só elas voltarem a aparecer que tivemos um episódio fraco nesse New History.
Meredith não estava totalmente fora, mas as suas pequenas participações nos episódios anteriores estavam sendo bem melhores do que a sua grande presença em cena. Quanto a Izzie, o que dizer? A culpa desse ser um episódio fraco é totalmente dela. É uma personagem extremamente chata que sempre baixa o nível e ritmo da série. Torço imensamente para que a personagem saia definitivamente da série, algo bem provável já que a atriz Katherine Heigl não está mais afim de continuar no show.
Tirando a chatíssima storyline de Izzie e as monótonas observações de Meredith sobre o Chief, o que o episódio teve de bom foi a história de Christina Yang e a nova atendente de cardio que o Dr. Owen Hunt conseguiu pra ela. Como sempre, Christina desdenhou muito a Dra. Teddy Altman no começo, duvidando de suas capacidades. Mas durante o episódio ela é obrigada a mudar de opinião e descobre que a doutora na verdade pode ser a grande professora que ela vinha procurando.
Espero que tenha sido apenas um lapso e que os ótimos episódios que a temporada vinha tendo continuem.
E Izzie, por favor, morra. Ou suma. É um bem que você faz a Grey's Anatomy.
É impressionante perceber o quanto Izzie e Meredith fazem mal a série. Pois foi só elas voltarem a aparecer que tivemos um episódio fraco nesse New History.Meredith não estava totalmente fora, mas as suas pequenas participações nos episódios anteriores estavam sendo bem melhores do que a sua grande presença em cena. Quanto a Izzie, o que dizer? A culpa desse ser um episódio fraco é totalmente dela. É uma personagem extremamente chata que sempre baixa o nível e ritmo da série. Torço imensamente para que a personagem saia definitivamente da série, algo bem provável já que a atriz Katherine Heigl não está mais afim de continuar no show.
Tirando a chatíssima storyline de Izzie e as monótonas observações de Meredith sobre o Chief, o que o episódio teve de bom foi a história de Christina Yang e a nova atendente de cardio que o Dr. Owen Hunt conseguiu pra ela. Como sempre, Christina desdenhou muito a Dra. Teddy Altman no começo, duvidando de suas capacidades. Mas durante o episódio ela é obrigada a mudar de opinião e descobre que a doutora na verdade pode ser a grande professora que ela vinha procurando.
Espero que tenha sido apenas um lapso e que os ótimos episódios que a temporada vinha tendo continuem.
E Izzie, por favor, morra. Ou suma. É um bem que você faz a Grey's Anatomy.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Paparazzi de Anônimas
Quase sempre estou com a câmera quando saio. Nunca se sabe o que podemos encontrar e que merece registro.
Pois bem, resolvi registrar as belezas que encontro em meu caminho...



Pois bem, resolvi registrar as belezas que encontro em meu caminho...
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Vida em São Paulo 05
Bairro da Liberdade, entre às 08h17 e 08h21 da manhã desse domingo. Nunca tinha ido nesse horário nesse dia. A intenção era comer na feira, mas como vocês podem ver, ela ainda não estava armada.
O ritmo de montagem era bem acelerado. Fiquei vagando e esperando a primeira barraca abrir pra poder comer. O problema foi que às 08h22 começou a cair uma baita chuva. Daí resolvi voltar pra minha cidade mesmo...
Mas foi bacana ver a "pré" da feira! Assim como os caminhões de frutas, legumes e outras comidas mais, descarregando as mercadorias nos mercados que ficam na rua da Glória. Esses sim, já abertos. E surpreendentemente cheios.





O ritmo de montagem era bem acelerado. Fiquei vagando e esperando a primeira barraca abrir pra poder comer. O problema foi que às 08h22 começou a cair uma baita chuva. Daí resolvi voltar pra minha cidade mesmo...
Mas foi bacana ver a "pré" da feira! Assim como os caminhões de frutas, legumes e outras comidas mais, descarregando as mercadorias nos mercados que ficam na rua da Glória. Esses sim, já abertos. E surpreendentemente cheios.
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2012
Contém alguns Spoilers

Há alguns gêneros de filmes que têm que ser analisados dentro de si mesmos. Claro, há excessões, mas no geral você não deve ir ao cinema para assistir a um filme de catástrofe e esperar um vencedor da Palma de Ouro ou mesmo do Oscar. Sendo assim, o parâmetro fica sendo os outros filmes de catástrofe e aquilo que você espera obter quando vai assistir um filme como esse. Nesse sentido, 2012 é bem sucedido.
Dirigido pelo veterando do gênero Roland Emmerich (Independence Day, Godzilla, O Dia Depois de Amanhã), o filme parte da idéia de que o suposto evento previsto para o ano de 2012 pelos maias é real. Explosões solares de grande magnitude desencadeiam uma reação nas moléculas do centro da Terra que fazem com que o planeta passe, literalmente, a se desmontar. Com isso, todo tipo de catástrofe natural passa a ocorrer com mais freqüência e intensidade, culminando na fatídica data.
Adotando uma estrutura igual a outros de seus filmes e de tantos outros cineastas, o roteiro de Emmerich e Harald Kloser enfoca muitos personagens, de diversos países e posições sociais diferentes, mostrando a tragédia do ponto de vista de cada um deles. Claro, não poderiam faltar o presidente dos Estados Unidos e um cientista brilhante, assim como outras figurinhas fáceis nessas produções. E assim como na maioria desses filmes, um núcleo de personagens ganha um destaque maior, retratando aqueles que estariam mais próximos de nós, o público, estabelecendo assim uma identificação que fará com que torçamos por eles durante todo o filme.
Porém todos sabemos que o que mais queremos ver nesses filmes são as destruições. E 2012 as entrega não apenas em quantidade abundante, mas também com uma boa dose de criatividade. Não quero entregar surpresas, mas numa fuga de avião acontece algo no mínimo inesperado e que eu achei uma ótima sacada, algo que visualmente foi muito bacana de ver numa tela de cinema.
Apesar da qualidade dos efeitos especiais e da quantidade deles, há uma coisa que me desagradou. Na maioria das cenas de destruição o que ocorre com os personagens principais é uma repetição de fugas com algo explodindo ou vindo na direção deles. As catástrofes são muito bacanas e bem produzidas. A fuga dos personagens torna-se repetitiva.
Filmes assim costumam ser extremamente manipuladores, então se você costuma se entregar ao filme, assim como eu, até lágrimas podem rolar pela humanidade... Mas claro, isso é cuidadosamente planejado pelo diretor, fotógrado e especialmente, pelo compositor da trilha sonora. Covardia. Mas tudo faz parte do espetáculo. E é isso que esse filme é. Entretenimento pra ser visto na telona e com um som violento.
O elenco tem muita gente boa, como Danny Glover, Woody Harrelson, Chiwetel Ejiofor e Oliver Platt, mas o destaque fica com o protagonista, John Cusack, um ótimo ator que convence bem na pele de um cidadão comum tentando salvar sua família.
Pra quem curte um filme cheio de ação, efeitos especiais e som cabuloso, recomendo muito. Se você não curte esse tipo de filme, passe longe.

Há alguns gêneros de filmes que têm que ser analisados dentro de si mesmos. Claro, há excessões, mas no geral você não deve ir ao cinema para assistir a um filme de catástrofe e esperar um vencedor da Palma de Ouro ou mesmo do Oscar. Sendo assim, o parâmetro fica sendo os outros filmes de catástrofe e aquilo que você espera obter quando vai assistir um filme como esse. Nesse sentido, 2012 é bem sucedido.
Dirigido pelo veterando do gênero Roland Emmerich (Independence Day, Godzilla, O Dia Depois de Amanhã), o filme parte da idéia de que o suposto evento previsto para o ano de 2012 pelos maias é real. Explosões solares de grande magnitude desencadeiam uma reação nas moléculas do centro da Terra que fazem com que o planeta passe, literalmente, a se desmontar. Com isso, todo tipo de catástrofe natural passa a ocorrer com mais freqüência e intensidade, culminando na fatídica data.
Adotando uma estrutura igual a outros de seus filmes e de tantos outros cineastas, o roteiro de Emmerich e Harald Kloser enfoca muitos personagens, de diversos países e posições sociais diferentes, mostrando a tragédia do ponto de vista de cada um deles. Claro, não poderiam faltar o presidente dos Estados Unidos e um cientista brilhante, assim como outras figurinhas fáceis nessas produções. E assim como na maioria desses filmes, um núcleo de personagens ganha um destaque maior, retratando aqueles que estariam mais próximos de nós, o público, estabelecendo assim uma identificação que fará com que torçamos por eles durante todo o filme.
Porém todos sabemos que o que mais queremos ver nesses filmes são as destruições. E 2012 as entrega não apenas em quantidade abundante, mas também com uma boa dose de criatividade. Não quero entregar surpresas, mas numa fuga de avião acontece algo no mínimo inesperado e que eu achei uma ótima sacada, algo que visualmente foi muito bacana de ver numa tela de cinema.
Apesar da qualidade dos efeitos especiais e da quantidade deles, há uma coisa que me desagradou. Na maioria das cenas de destruição o que ocorre com os personagens principais é uma repetição de fugas com algo explodindo ou vindo na direção deles. As catástrofes são muito bacanas e bem produzidas. A fuga dos personagens torna-se repetitiva.
Filmes assim costumam ser extremamente manipuladores, então se você costuma se entregar ao filme, assim como eu, até lágrimas podem rolar pela humanidade... Mas claro, isso é cuidadosamente planejado pelo diretor, fotógrado e especialmente, pelo compositor da trilha sonora. Covardia. Mas tudo faz parte do espetáculo. E é isso que esse filme é. Entretenimento pra ser visto na telona e com um som violento.
O elenco tem muita gente boa, como Danny Glover, Woody Harrelson, Chiwetel Ejiofor e Oliver Platt, mas o destaque fica com o protagonista, John Cusack, um ótimo ator que convence bem na pele de um cidadão comum tentando salvar sua família.
Pra quem curte um filme cheio de ação, efeitos especiais e som cabuloso, recomendo muito. Se você não curte esse tipo de filme, passe longe.
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(500) Dias Com Ela
Contém alguns Spoilers

Eu aguardava ansiosamente esse filme desde que vi o trailer pela primeira vez, ainda no primeiro semestre desse ano. E felizmente essa expectativa foi satisfeita.
Como o trailer muito bem diz e o próprio início do filme também, essa não é uma história de amor, mas sim sobre o amor.
Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) é um jovem romântico que sonha em encontrar a mulher da sua vida da mesma maneira que acontece na ficção. Summer Finn (Zooey Deschanel) é uma jovem que não acredita no amor nem em relações duradouras. O filme mostra a história do encontro desses dois.
É uma comédia romântica, mas daquelas "especiais", que fazem a gente sair pensando do cinema e que não retrata nossos belos ideais de amor, mas sim a "verdade" dos fatos. Nesse sentido, a montagem fragmentada do filme é extremamente feliz para construir nosso envolvimento. Numa narrativa linear mais convencional, se acompanhamos o desenvolver de um relacionamento acabamos nos envolvendo na relação retratada com muito menos distanciamento. Se o filme começa com um belo encontro e só depois da metade o casal começa a ter problemas, isso surge de uma maneira que naquele instante não permite que visualizemos as contradições de uma relação.
(500) Dias Com Ela pula de um período para o outro da relação. Assim, quando num momento vemos os dois naqueles primeiros instantes de paixão, logo em seguida presenciamos uma crise que terão mais à frente. E isso é feito durante toda a narrativa, de maneira a enfatizar os melhores e piores momentos que todo relacionamento tem.
A direção do estreante em longas-metragens, Marc Webb, é muito boa. Ele cria uma atmosfera extremamente envolvente, com um tom de magia, mas uma magia que se justifica por refletir o estado de espírito dos personagens. E poder retratar o que se passa dentro do coração de alguém num filme, de maneira visual, é uma das coisas que mais amo no cinema. E nesse filme, isso acontece bastante.
A dupla principal também está ótima. Joseph Gordon-Levitt é um ator que sempre gostei e sem dúvida ele deve alçar vôos mais altos na carreira à partir do ano que vem. Zooey Deschanel é uma atriz encantadora, mas que tem uma persona cinematográfica que na maioria dos filmes me desagrada (apesar de sua beleza sempre me agradar). Nesse filme, acho que ela tem seu melhor trabalho. A expressão de simples vazio da maioria de suas personagens não está tão flagrante aqui e ela confere com muito sucesso à personagem o que no filme é chamado de "efeito Summer". Aliás, uma ótima cena essa e que quase todos que assistirem certamente darão um sorriso de reconhecimento com o que está sendo mostrado na tela.
Completando, uma ótima trilha sonora. A escolha das canções foi muito acertada, desde a canção que já estava no trailer, Sweet Disposition, do The Temper Trap, passando por outras ótimas de Feist, Simon & Garfunkel, Carla Bruni e The Smiths. E além disso, Belle & Sebastian é citado no roteiro, o que me trouxe ainda mais alegria.
Um filme muito bom e que pode provocar diferentes sentimentos em cada um de nós quando termina. Creio que depende muito da experiência de vida de cada um.

Eu aguardava ansiosamente esse filme desde que vi o trailer pela primeira vez, ainda no primeiro semestre desse ano. E felizmente essa expectativa foi satisfeita.
Como o trailer muito bem diz e o próprio início do filme também, essa não é uma história de amor, mas sim sobre o amor.
Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) é um jovem romântico que sonha em encontrar a mulher da sua vida da mesma maneira que acontece na ficção. Summer Finn (Zooey Deschanel) é uma jovem que não acredita no amor nem em relações duradouras. O filme mostra a história do encontro desses dois.
É uma comédia romântica, mas daquelas "especiais", que fazem a gente sair pensando do cinema e que não retrata nossos belos ideais de amor, mas sim a "verdade" dos fatos. Nesse sentido, a montagem fragmentada do filme é extremamente feliz para construir nosso envolvimento. Numa narrativa linear mais convencional, se acompanhamos o desenvolver de um relacionamento acabamos nos envolvendo na relação retratada com muito menos distanciamento. Se o filme começa com um belo encontro e só depois da metade o casal começa a ter problemas, isso surge de uma maneira que naquele instante não permite que visualizemos as contradições de uma relação.
(500) Dias Com Ela pula de um período para o outro da relação. Assim, quando num momento vemos os dois naqueles primeiros instantes de paixão, logo em seguida presenciamos uma crise que terão mais à frente. E isso é feito durante toda a narrativa, de maneira a enfatizar os melhores e piores momentos que todo relacionamento tem.
A direção do estreante em longas-metragens, Marc Webb, é muito boa. Ele cria uma atmosfera extremamente envolvente, com um tom de magia, mas uma magia que se justifica por refletir o estado de espírito dos personagens. E poder retratar o que se passa dentro do coração de alguém num filme, de maneira visual, é uma das coisas que mais amo no cinema. E nesse filme, isso acontece bastante.
A dupla principal também está ótima. Joseph Gordon-Levitt é um ator que sempre gostei e sem dúvida ele deve alçar vôos mais altos na carreira à partir do ano que vem. Zooey Deschanel é uma atriz encantadora, mas que tem uma persona cinematográfica que na maioria dos filmes me desagrada (apesar de sua beleza sempre me agradar). Nesse filme, acho que ela tem seu melhor trabalho. A expressão de simples vazio da maioria de suas personagens não está tão flagrante aqui e ela confere com muito sucesso à personagem o que no filme é chamado de "efeito Summer". Aliás, uma ótima cena essa e que quase todos que assistirem certamente darão um sorriso de reconhecimento com o que está sendo mostrado na tela.
Completando, uma ótima trilha sonora. A escolha das canções foi muito acertada, desde a canção que já estava no trailer, Sweet Disposition, do The Temper Trap, passando por outras ótimas de Feist, Simon & Garfunkel, Carla Bruni e The Smiths. E além disso, Belle & Sebastian é citado no roteiro, o que me trouxe ainda mais alegria.
Um filme muito bom e que pode provocar diferentes sentimentos em cada um de nós quando termina. Creio que depende muito da experiência de vida de cada um.
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