domingo, 15 de novembro de 2009

Paparazzi de Anônimas

Quase sempre estou com a câmera quando saio. Nunca se sabe o que podemos encontrar e que merece registro.

Pois bem, resolvi registrar as belezas que encontro em meu caminho...



Vida em São Paulo 05

Bairro da Liberdade, entre às 08h17 e 08h21 da manhã desse domingo. Nunca tinha ido nesse horário nesse dia. A intenção era comer na feira, mas como vocês podem ver, ela ainda não estava armada.

O ritmo de montagem era bem acelerado. Fiquei vagando e esperando a primeira barraca abrir pra poder comer. O problema foi que às 08h22 começou a cair uma baita chuva. Daí resolvi voltar pra minha cidade mesmo...

Mas foi bacana ver a "pré" da feira! Assim como os caminhões de frutas, legumes e outras comidas mais, descarregando as mercadorias nos mercados que ficam na rua da Glória. Esses sim, já abertos. E surpreendentemente cheios.





2012

Contém alguns Spoilers

Há alguns gêneros de filmes que têm que ser analisados dentro de si mesmos. Claro, há excessões, mas no geral você não deve ir ao cinema para assistir a um filme de catástrofe e esperar um vencedor da Palma de Ouro ou mesmo do Oscar. Sendo assim, o parâmetro fica sendo os outros filmes de catástrofe e aquilo que você espera obter quando vai assistir um filme como esse. Nesse sentido, 2012 é bem sucedido.

Dirigido pelo veterando do gênero Roland Emmerich (Independence Day, Godzilla, O Dia Depois de Amanhã), o filme parte da idéia de que o suposto evento previsto para o ano de 2012 pelos maias é real. Explosões solares de grande magnitude desencadeiam uma reação nas moléculas do centro da Terra que fazem com que o planeta passe, literalmente, a se desmontar. Com isso, todo tipo de catástrofe natural passa a ocorrer com mais freqüência e intensidade, culminando na fatídica data.

Adotando uma estrutura igual a outros de seus filmes e de tantos outros cineastas, o roteiro de Emmerich e Harald Kloser enfoca muitos personagens, de diversos países e posições sociais diferentes, mostrando a tragédia do ponto de vista de cada um deles. Claro, não poderiam faltar o presidente dos Estados Unidos e um cientista brilhante, assim como outras figurinhas fáceis nessas produções. E assim como na maioria desses filmes, um núcleo de personagens ganha um destaque maior, retratando aqueles que estariam mais próximos de nós, o público, estabelecendo assim uma identificação que fará com que torçamos por eles durante todo o filme.

Porém todos sabemos que o que mais queremos ver nesses filmes são as destruições. E 2012 as entrega não apenas em quantidade abundante, mas também com uma boa dose de criatividade. Não quero entregar surpresas, mas numa fuga de avião acontece algo no mínimo inesperado e que eu achei uma ótima sacada, algo que visualmente foi muito bacana de ver numa tela de cinema.

Apesar da qualidade dos efeitos especiais e da quantidade deles, há uma coisa que me desagradou. Na maioria das cenas de destruição o que ocorre com os personagens principais é uma repetição de fugas com algo explodindo ou vindo na direção deles. As catástrofes são muito bacanas e bem produzidas. A fuga dos personagens torna-se repetitiva.

Filmes assim costumam ser extremamente manipuladores, então se você costuma se entregar ao filme, assim como eu, até lágrimas podem rolar pela humanidade... Mas claro, isso é cuidadosamente planejado pelo diretor, fotógrado e especialmente, pelo compositor da trilha sonora. Covardia. Mas tudo faz parte do espetáculo. E é isso que esse filme é. Entretenimento pra ser visto na telona e com um som violento.

O elenco tem muita gente boa, como Danny Glover, Woody Harrelson, Chiwetel Ejiofor e Oliver Platt, mas o destaque fica com o protagonista, John Cusack, um ótimo ator que convence bem na pele de um cidadão comum tentando salvar sua família.

Pra quem curte um filme cheio de ação, efeitos especiais e som cabuloso, recomendo muito. Se você não curte esse tipo de filme, passe longe.

(500) Dias Com Ela

Contém alguns Spoilers

Eu aguardava ansiosamente esse filme desde que vi o trailer pela primeira vez, ainda no primeiro semestre desse ano. E felizmente essa expectativa foi satisfeita.

Como o trailer muito bem diz e o próprio início do filme também, essa não é uma história de amor, mas sim sobre o amor.

Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) é um jovem romântico que sonha em encontrar a mulher da sua vida da mesma maneira que acontece na ficção. Summer Finn (Zooey Deschanel) é uma jovem que não acredita no amor nem em relações duradouras. O filme mostra a história do encontro desses dois.

É uma comédia romântica, mas daquelas "especiais", que fazem a gente sair pensando do cinema e que não retrata nossos belos ideais de amor, mas sim a "verdade" dos fatos. Nesse sentido, a montagem fragmentada do filme é extremamente feliz para construir nosso envolvimento. Numa narrativa linear mais convencional, se acompanhamos o desenvolver de um relacionamento acabamos nos envolvendo na relação retratada com muito menos distanciamento. Se o filme começa com um belo encontro e só depois da metade o casal começa a ter problemas, isso surge de uma maneira que naquele instante não permite que visualizemos as contradições de uma relação.

(500) Dias Com Ela pula de um período para o outro da relação. Assim, quando num momento vemos os dois naqueles primeiros instantes de paixão, logo em seguida presenciamos uma crise que terão mais à frente. E isso é feito durante toda a narrativa, de maneira a enfatizar os melhores e piores momentos que todo relacionamento tem.

A direção do estreante em longas-metragens, Marc Webb, é muito boa. Ele cria uma atmosfera extremamente envolvente, com um tom de magia, mas uma magia que se justifica por refletir o estado de espírito dos personagens. E poder retratar o que se passa dentro do coração de alguém num filme, de maneira visual, é uma das coisas que mais amo no cinema. E nesse filme, isso acontece bastante.

A dupla principal também está ótima. Joseph Gordon-Levitt é um ator que sempre gostei e sem dúvida ele deve alçar vôos mais altos na carreira à partir do ano que vem. Zooey Deschanel é uma atriz encantadora, mas que tem uma persona cinematográfica que na maioria dos filmes me desagrada (apesar de sua beleza sempre me agradar). Nesse filme, acho que ela tem seu melhor trabalho. A expressão de simples vazio da maioria de suas personagens não está tão flagrante aqui e ela confere com muito sucesso à personagem o que no filme é chamado de "efeito Summer". Aliás, uma ótima cena essa e que quase todos que assistirem certamente darão um sorriso de reconhecimento com o que está sendo mostrado na tela.

Completando, uma ótima trilha sonora. A escolha das canções foi muito acertada, desde a canção que já estava no trailer, Sweet Disposition, do The Temper Trap, passando por outras ótimas de Feist, Simon & Garfunkel, Carla Bruni e The Smiths. E além disso, Belle & Sebastian é citado no roteiro, o que me trouxe ainda mais alegria.

Um filme muito bom e que pode provocar diferentes sentimentos em cada um de nós quando termina. Creio que depende muito da experiência de vida de cada um.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

30 Rock "4x05: The Problem Solvers"

Contém alguns Spoilers
The Problem Solvers foi um episódio muito bom.

O novo integrante do TGS, o robô do episódio anterior, não é tão louco quanto a equipe esperava, o que foi divertido. Assim como Jenna e Tracy tentando resolver os problemas de todos.

Como em quase todo episódio acontece, algumas rápidas cenas de Kenneth foram de chorar de rir. Gosto muito dessas tiradas que duram segundos!

O melhor do episódio foi a possibilidade de Liz ter um talk-show e a confusão que isso gerou entre ela e Jack. Fazer da história um romance sem em momento algum declarar ou mostrar isso abertamente foi uma ótima sacada.

A seqüência final, então, foi excelente. Essas brincadeiras de lingüagem que 30 Rock costuma fazer são sempre muito bem executadas.

Destaco ainda a participação de Padma Lakshmi (Top Chef). É sempre muito engraçado quando os famosos topam tirar sarro de si mesmos. E como ela é bonita...

FlashFoward "1x08: Playing Cards with Coyote"

Decidir num jogo de pôquer? Sério?

Esse episódio foi tão ruim que encerro aqui a cobertura semanal da série no blog. Qualquer esperança de que a série melhoraria se foi, ainda mais com os caminhos já óbvios e ruins que ela deve seguir.

Se você curte FlashFoward e acompanha as resenhas, desculpe-me. Não vejo sentido em escrever toda semana sobre uma série só para falar mal dela.

Como eu sou um pouco teimoso com essas coisas, devo assistir a temporada até o fim, então farei um balanço geral dela aqui, seja positivo ou negativo.

Até lá, recomendo muitas outras série bem melhores no ar atualmente.

The Office "6x09: Murder"

Contém alguns Spoilers
As aberturas de The Office são sempre um show à parte. Dwight dando aula de caratê pra Phyllis e em seguida lutando contra ele mesmo(!) foi de morrer de rir!

A notícia de que a empresa Dunder Mifflin talvez esteja falindo deixa todos do escritório muito preocupados, o que faz Michael e Jim quererem tranqüilizá-los. O problema é que eles têm idéias muito diferentes de como fazer isso.

Michael, como sempre, quer fugir da responsabilidade e inventa um jogo de detetive para que todos brinquem. Chega um ponto, ao ouvirem mais notícias da matriz, que desistem da brincadeira, embora alguns continuem. Quando Jim finalmente ouve notícias diretamente de seu superior na matriz e as notícias são bem ruins, ele percebe que o ideal é a junção de suas idéias com as de Michael para lidar com a situação, o que tem sido sempre mostrado desde que os dois passaram a dividir a chefia.

Não preciso nem dizer a quantidade de hilários absurdos que ocorreram nesse episódio. Creed tem tido uma cena ótima em todo episódio dessa temporada, e aqui não foi diferente. E o que dizer de Ryan e o seu visual diferente a cada episódio? É uma gag ótima!

Finalmente, o tiroteio final foi impagável.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

BDs que quero ver

Assim como Martin Scorsese, sou um entusiasta do Blu-ray. Apesar de ainda não possuir o player e nem sequer uma televisão de alta definição, espero ainda poder montar um belo home-theater aqui em casa.

Enquanto isso não acontece, tento ficar por dentro de todas as novidades nesse setor, assim como dos lançamentos dos filmes no formato. Já até adquiri três filmes antecipadamente! Eu tive CD antes de ter player, assim como também tive DVD antes de ter o player, por isso boto fé que a hora do BD chegará aqui em casa!

Tem alguns filmes que ainda não foram lançados no formato que eu adoraria assistir em alta definição, com a maior qualidade de imagem e áudio possíveis. Claro, tem alguns que são ponto comum, como a quadrilogia Alien, todos os filmes do Spielberg, a saga Star Wars, a trilogia O Senhor dos Anéis. Mas esses todos querem ver!

Listo abaixo quatro filmes que eu, particularmente, adoraria ver em Blu-ray!

O Príncipe do Egito (1998)




Pleasantville - A Vida em Preto e Branco (1998)




Moulin Rouge! (2001)




Desventuras em Série (2004)


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Marie Antoinette - Edition Royal

Bela edição francesa do filme Maria Antonieta, escrito e dirigido por Sofia Coppola.

- DVD duplo - embalagem digipak
- Livro que inspirou o roteiro, de Antonia Fraser
- Leque
- Pôster do filme
- Tudo dentro de uma bela caixa







V "1x02: There Is No Normal Anymore"

Contém alguns Spoilers
There Is No Normal Anymore continua exatamente de onde o episódio anterior parou, o que sempre me agrada.

A agente do FBI Erica Evans e o padre católico Jack Landry ainda estão digerindo toda informação que receberam sobre os Visitantes na verdade estarem na Terra para, entre outras coisas, destruir a raça humana. Enquanto conversam, são mais uma vez ameaçados por uma daquelas bolas voadoras que lançam dardos.

Uma coisa que pensei na hora e li hoje em comentários de outras pessoas é o fato de que apesar de serem super evoluídos tecnologicamente, os Visitantes aparentemente não conseguem fazer uma câmera com boa definição, já que a bola voadora grava imagens em borrões. Minha teoria é que as imagens que ela capta têm que ser térmicas, para que possa seguir as pessoas, o que torna difícil identificar um rosto através dela. Mas esse é o tipo de detalhe que apenas os mais nerds (culpado!) irão discutir.

Retomando, adorei a cena em que Erica entra no escritório do FBI e olha para várias pessoas já com suspeita. E quando uma pessoa em particular surge na tela, tenho certeza que os fãs de Battlestar Galactica deram uma bela de uma risada, assim como eu dei!

O personagem do padre se mostra nesses dois episódios como um dos com maior potencial a ser explorado. Seu conflito de fé complica ainda mais a maneira com que ele encara essa invasão. E particularmente, acho que o seu pároco é um dos Visitantes. Mas claro, o roteiro pode estar apenas querendo nos confundir.

A relação entre a líder dos V, Anna, e o repórter Chad Decker também ganha tons bem interessantes. Além de uma clara tensão sexual. Outra alienígena que vem provocando suspiros é a jovem Lisa, que ao meu ver parece realmente acreditar na causa de paz e colaboração que sua líder propaga para os humanos. O que se confirmado, faz a história crescer tremendamente. Se todos os alienígenas forem simplesmente maus (e já sabemos que alguns não são) não haverá graça nem maior profundidade no roteiro.

Nesse segundo episódio V vai se firmando como uma das boas promessas dessa temporada, com um roteiro que está equilibrando bem a ação com a reflexão sobre o que ocorreria caso os alienígenas de fato nos visitassem.

Apagão

Por volta das 22h15min de ontem a luz acabou aqui em casa. Eu estava navegando na internet e por azar também estava na metade de um download muito grande. Murphy explica.

A luz não acabou de súbito. Deu várias piscadas, como se estivesse acabando, até que acabou de vez. Todo mundo aqui em casa saiu dos quartos e fomos pra frente de casa pra ver se era na cidade toda. O breu mostrava que não só era na cidade toda, mas também na região. E como o céu estava nublado, a escuridão era ainda maior. Seria um belo espetáculo se o céu estivesse limpo.

Em ocasiões como essa eu sempre torço para que seja uma invasão alienígena. Adoraria que algo realmente extraordinário acontecesse por aqui. Algo que tirasse TODO MUNDO da ordem normal. Infelizmente, não foi dessa vez.

Ficamos um bom tempo lá fora vendo vagalumes e os gatos dos vizinhos provocando nossos cachorros.

Minha irmã foi dormir e meu pai e eu entramos. Daí tive a idéia de pegar meu rádio pra ouvir as notícias. Estava difícil de conseguir uma emissora, não é um rádio com antena, mas consegui sintonizar na Rádio Bandeirantes e pude ficar por dentro do que estava acontecendo.

A notícia de que o apagão havia ocorrido em outros estados me deixou empolgado! Eu me empolgo com esses eventos! Meu pai tem uma lanterna dínamo de LED, aquelas que funcionam girando a manivela. E ficamos comendo besteira na cozinha e ouvindo as notícias. Parecia aqueles filmes de catástrofe, quando o mundo fica sem comunicação e a gente tentar descobrir alguma coisa no rádio.

Meu pai depois foi dormir. Eu fui deitar, mas continuei com o fone ouvindo a rádio. Adoro acompanhar transmissões de grandes acontecimentos, a evolução dos fatos, os motivos desconhecidos, entrevistas com autoridades, notícias dos ouvintes, muito bacana!

A luz voltava já na maioria dos lugares e aqui em Atibaia nada. Foi só agora há pouco, exatamente às 03h24min da manhã desse dia 11 de novembro que a luz voltou.

Como foi no fim da noite e madrugada, muitas pessoas talvez nem tenham percebido e só vão se inteirar do fato pela manhã. Mas eu sempre imagino o que aconteceria se uma situação como essa se prolongasse por uma semana que fosse, por exemplo. Nós que hoje em dia somos totalmente dependentes da eletricidade conseguiríamos manter a ordem por 7 dias desligados?

Não foi dessa vez que os alienígenas chegaram. Mas vamos treinando...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

How I Met Your Mother "5x07: The Rough Path"

Contém alguns Spoilers
Um episódio que me fez morrer de rir e também me deixou um pouquinho triste.

Os motivos para rir foram muitos. A coleção de fitas pornô que Barney dá a Ted foi ótima, ainda mais Marshall e Lily pegando fitas escondidas. A mensagem que Barney deixa para Ted em uma das fitas também é hilária. Os planos mirabolantes de Barney sempre fazem rir.

Aliás, Barney obeso e Robin acabada ficaram muito engraçados também! Esses pontos de vista do narrador Ted costumam trazer momentos muito bons.

A melhor seqüência foi a da espera no carro para colocar o plano de Lily em ação. A metralhadora de gags na série funciona como poucas.

O que me deixou um pouco triste foi o fato de Barney e Robin terminarem o namoro. Eles formam um ótimo casal, pelo menos pra nós que assistimos. Mas creio que nem tudo está perdido...

Apesar disso, ver Barney entrando no bar novamente como um solteiro foi impagável.

Trailer Comentado - Prince of Persia: The Sands of Time (2010)

Gossip Girl "3x09: They Shoot Humphreys, Don't They?"

Contém alguns Spoilers
Esse episódio tinha um alardeado ménage à trois, mas na minha opinião não foi algo tão incrível assim. Daqui a pouco já falo sobre isso.

Uma coisa que ainda não citei nessa cobertura e que sempre me incomodou um pouco em Gossip Girl foi o fato de os adolescentes protagonistas levarem vidas praticamente de adultos. Muitos dos seus conflitos, cotidianos, atitudes, não condizem com a idade que eles têm e com a vida que levam. Eu não conheço ninguém da alta sociedade do Upper East Side de Manhattan, mas imagino que devam ser até mais mimados do que a maioria dos jovens.

Bom, digo isso porque muitas vezes eles se envolvem em questões que me parecem forçadas. Destaco a maioria das linhas narrativas de Serena, que nesses dois últimos episódio a estão levando para um possível relacionamento com um político casado. Além do fato de viverem querendo contratá-la, sem que ela tenha sequer um currículo. Enfim, é uma coisa que passei a deixar passar. É o suspension of disbelief.

O principal acontecimento do episódio foi a apresentação à sociedade das garotas do colegial, evento do qual Jenny Humphrey quer sagrar-se rainha. Ela continua tendo atitudes extremamente reprováveis, principalmente com aqueles que são seus amigos. Mas dessa vez, mesmo passando apuros, ela sai por cima. Pelo menos por enquanto.

Quanto ao ménage, após um dia e noite de bebedeira, Dan, Olivia e Vanessa acabam dormindo juntos, no que era pra ser a noite de despedida de Olivia da faculdade. O problema é que nem ela sabe ainda que sua despedida foi adiada.

Dan e Olivia toparem fazer isso com a chata da Vanessa foi o grande problema! Especialmente Dan, que a conhece muito bem. Imagina o drama que ela fará agora... Mas apesar disso eu não achei a situação forçada. Afinal, quem aqui nunca fez uma besteira, especialmente estando bêbado? Se é que foi besteira.

Parece que o namoro de Dan não vai continuar tão tranqüilo quanto vinha sendo.

XOXO

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Bored to Death - 1ª temporada


Bored to Death é uma produção da HBO que estreou nessa temporada. Ontem foi ao ar nos Estados Unidos o último dos oito episódios da primeira temporada, mas ela já está confirmada para uma segunda.

Comecei a assistir a série há apenas três dias, por indicação do meu amigo Mark Casilli. Fiquei intrigado, fui atrás e curti muito! Tanto que hoje já terminei de ver a primeira temporada.

A série tem como protagonista Jonathan Ames (Jason Schwartzman), um escritor que se vê no meio de um bloqueio criativo e com um livro para entregar em menos de dois meses, sendo que não escreveu uma página sequer. Além disso, a série começa com sua namorada terminando o relacionamento com ele e se mudando de seu apartamento. Apesar de ser uma figura extremamente simpática e claramente bem intencionado, a falta de comprometimento dele com ela e com a vida a fazem tomar essa decisão.

Jonathan Ames é o nome do criador e roteirista da série também. Aliás, acho isso ótimo. Quando escrevo muitas vezes tenho dificuldades em dar nomes ao meus personagens. Bons nomes. Claro que isso tem muito a ver com o fato da maioria das minhas referências serem americanas e por conseqüência eu pensar muito mais em nomes em inglês, mas ainda sim é frustrante. Nesse ponto eu admiro alguns autores de novela. Eles conseguem dar nomes marcantes e pouco comuns para seus personagens. Tenho dificuldade para fazer isso em português. Enfim, dar seu próprio nome a um protagonista me parece uma saída muito bacana, ainda mais se o personagem é claramente inspirado em você mesmo.

No meio dessa situação turbulenta em que Jonathan se encontra (e após ter lido um romance policial) ele faz um anúncio na internet para prestar serviços de detetive particular (sem licença). E surgem clientes! Assim, durante o dia, Ames faz seu trabalho para a revista de seu amigo George Christopher (Ted Danson) e "trabalha" em seu livro, enquanto à noite resolve casos de pessoas (ou coisas) perdidas, maridos infiéis, etc...

Eu adoro o ator Jason Schwartzman, que atuou em filmes como Rushmore, Garota da Vitrine, Maria Antonieta e Viagem a Darjeeling. Sua caracterização como Jonathan Ames é ótima, ainda mais quando ele está agindo como detetive. Esses são sem dúvida os melhores momentos da série.

Como toda série da HBO, a produção é de alto nível, com elenco, direção de arte e fotografia sempre ótimos, contando ainda com uma trilha sonora que se destaca nos momentos "noir".

Bored to Death não é uma série para todos. Digo, não é como uma Two anda a Half Men, um CSI ou um House, que alcançam grandes níveis de audiência. Tanto que está num canal à cabo.

Ela não possue uma linha narrativa definida. Não há uma história central que se desenvolve. O que acompanhamos são os personagens, episódio a episódio. É uma série cômica, mas seu humor também não vai agradar a grande maioria. Ele é sutil, estranho, muitas vezes nerd eu diria. Mas minha concepção de nerd pode ser diferente da sua, claro.

Se você é como eu e não se apega a gêneros, abraçando boas produções sejam elas de que tipo forem, recomendo tremendamente. Se você adora séries com humor pouco usual, também deve curtir. Se você não curte séries que fujam muito do normal, então não recomendo.

De qualquer maneira, minha avaliação dessa nova série é muito boa e mal posso esperar pela segunda temporada!


Dexter "4x07: Slack Tide"

Contém alguns Spoilers
Nunca é demais repetir. Dexter é uma das melhores séries já feita. Para mim, das que estão em produção, divide com LOST o posto de melhor série da TV. Então se você curte séries e nunca assistiu Dexter, fica a dica.

Mais um ótimo episódio, claro! Em Slack Tide Dexter Morgan continua fascinado por Arthur "Trinity Killer" Mitchell e quer aprender mais dicas sore a vida em família antes de matá-lo.

Eu adoro quando Dexter mostra a pessoa perigosa que ele é para o "mundo real". Dessa vez foi novamente com Quinn, intimando o detetive a deixar sua irmã em paz.

Outra coisa que adoro na série é o seu senso de humor. Apesar de ser uma série considerada dramática, dou mais risada com ela do que com a maioria das comédias que estão no ar. E isso é ótimo!

A proximidade que Dexter está desenvolvendo com o Trinity Killer deve lhe trazer problemas, como outros relacionamentos do tipo já lhe trouxeram. E pelo que vimos de Trinity no episódio, ele está tramando algo macabro.

O melhor do episódio ficou para o final, com Dexter descobrindo que matou uma pessoa inocente. Uma constatação chocante que deve afetá-lo profundamente.

Californication "3x07: So Here's The Thing..."

Contém alguns Spoilers
Hank Moody sentiu na pele e nos mostrou mais uma vez o quanto uma coisa pode funcionar na teoria, mas não na prática.

Realmente o seu plano de terminar com suas três amantes até o fim do dia parecia bem plausível. Na prática não foi bem assim, o que nos rendeu situações muito engraçadas.

Para quase todos aqueles que o cercam Hank é uma boa pessoa, colocando-se sempre à disposição e na maioria das vezes fazendo sacrifícios pessoais. O problema é que com isso ele acaba decepcionando justamente aqueles que ele mais ama, que são Karen e sua filha Becca.

O episódio teve um ritmo muito bom, com Hank pulando de uma amante para a outra, o que fez inclusive o tempo passar mais rápido do que eu gostaria.

No fim um novo confronto entre Hank e Becca e dessa vez o pai teve toda a razão de puxar a orelha da filha, apesar de que a sua conduta acaba tirando a sua moral quando ele tem que agir como pai de verdade. Essa amiga de Becca, Chelsea, é uma terrível influência e claramente está se aproveitando dela. Algo que acontece muito com os jovens, especialmente as mulheres, mas que é muito difícil para os pais conseguirem mostrar para os seus filhos.

Californication continua bem.

domingo, 8 de novembro de 2009

FlashFoward "1x07: The Gift"

Contém alguns Spoilers
Nesse episódio eu ia escrever que iria parar de fazer a cobertura da série, a não ser que algum episódio fosse muito bom.

Pois bem, nos últimos minutos resolvi adiar um pouco a remoção da série de minha cobertura porque aconteceu uma coisa em The Gift que eu gostei e que se for bem explorada pode ajudar a série a melhorar.

O episódio foi bom? Não, foi ruim.

Os problemas que surgiram desde o segundo episódio continuam e outros mais surgem a cada novo. É uma série sem recheio, sem conteúdo, o que faz o tempo demorar a passar e desanima de continuar assistindo.

O que aconteceu que fez eu adiar a remoção da cobertura? Grande spoiler a seguir:

O agente Al Gough se matou, mudando o destino que ele tinha visto no seu flashfoward.

Bom, eu digo que isso pode mudar o futuro de todos, inclusive. O bom e velho Doc Brown, de De Volta Para o Futuro, bem já nos explicou que a mínima mudança no passado pode transformar completamente o futuro.

E eu digo que só isso pra salvar essa série. Não há graça nenhuma em ver os personagens agindo de maneira irracional e arbitrária apenas para preencher uma parede com pistas. Algo que pelo que a maioria viu, os levará a uma situação ruim no futuro. Então pra que investir nisso?

Bom, deixo o aviso que se a série não melhorar sai aqui da cobertura. Há outras que merecem mais.

30 Rock "4x04: Audition Day"

Contém alguns Spoilers
Audition Day foi o melhor episódio da temporada até agora.

A metralhadora de piadas voltou a ser disparada, algo que gosto muito em 30 Rock. A rápida piada (e tirada de sarro) com vampiros no começo do episódio, com Jenna e Kenneth, foi ótima!

Uma coisa que me incomodou no último episódio foram as piadas que só americanos podem entender. 30 Rock, aliás, é uma comédia que faz muitas piadas internas. Mas acho que eles exageraram no episódio anterior. Tudo bem que o programa é pra eles, mas fazer piadas sobre pessoas e situações pontuais apenas coloca um prazo de validade no programa. Pessoas que assistirem daqui há alguns meses já podem não entender determinada piada. Acho muito engraçado e acho sim que humor com atualidades deve ser feito. Mas se for só isso, daí perde a graça.

O melhor humor é o atemporal.

Voltando ao episódio, a confusão causada por Liz na audição de um novo integrante para o TGS trouxe ótimas situações, com todo mundo (literalmente) querendo fazer um teste. E o que dizer da hilária cena em que Jack pede ajuda no metrô!

30 Rock faz o seu melhor quando tem um ritmo frenético, como nesse episódio, e não foca em apenas um personagem.

sábado, 7 de novembro de 2009

Pensamentos Aleatórios

Um absurdo. Vivemos num país talibã, aparentemente. Aqui mulheres não podem sair com pouca roupa. Linxamento público é valorizado. Governador pode declarar abertamente sua aversão à homossexuais. Prefeito pode ser gravado recebendo propina e mesmo assim não ser punido imediatamente. A polícia pode matar inocentes e também não ser punida, afinal eles pareciam bandidos.

Sério. Não tem como defender o Brasil. É um país perdido. E não adianta ficar bravo quando notícias no exterior falam mal de nós. Eles não falam nem a metade.

Ah, como eu queria que morar em outro país fosse simplesmente uma questão de escolha.